Saída dos EUA do Acordo de Paris: Samara Rozelle – 2º ano

O segundo país que mais polui o meio ambiente no mundo decide abandonar os tratados pela ética sustentável. Em nome da economia e do lucro, o cidadão capitalista é capaz de sacrificar o próprio planeta, pois acredita que o dinheiro é sustentável. Quando um ser...

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O segundo país que mais polui o meio ambiente no mundo decide abandonar os tratados pela ética sustentável. Em nome da economia e do lucro, o cidadão capitalista é capaz de sacrificar o próprio planeta, pois acredita que o dinheiro é sustentável. Quando um ser humano com essa mentalidade conquista a presidência de uma nação influente, as consequências são catastróficas e, infelizmente, o restante da população não toma o assunto como preocupação prioritária.

Enquanto a poluição de um só país degenera o planeta como um todo, a imprudência de um só presidente surpreende a humanidade inteira. A situação ambiental já estava depredada, e Donald Trump permite que os Estados Unidos colaborem com essa degradação. Contudo, conforme seu cargo define, Trump deve agir pelo bem de sua nação, de tal forma que sua recente atitude em recusar o Acordo de Paris mostra que ele não cumpriu sua primordial função de fazer o país melhorar. Mesmo que argumente sobre o progresso econômico, isso não justifica a agressão à natureza, inclusive, o consciente cidadão esqueceu que, se suas indústrias prosseguirem com tal desrespeito ecológico, logo não haverá recursos naturais para manter o próprio setor industrial.

Dessa forma, os funcionários do alto escalão auxiliares da presidência devem intervir e dialogar com seu líder para que ele não aplique projetos que certamente terão resultados negativos, independentemente se o impacto for em âmbito nacional ou mundial, econômico ou ambiental. Ademais, a decisão e todos os projetos presidenciais devem ser abordados nas escolas, para que a geração atual seja capaz de escolher um bom presidente.

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