Saída dos EUA do Acordo de Paris: Ingrid Medeiros – 2º ano

A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris – o qual tem aderência de quase todos os países do mundo – tem gerado discussões internacionais, haja vista que esse pacto visa reduzir a emissão de gases que provocam o efeito estufa, sendo que os...

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A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris – o qual tem aderência de quase todos os países do mundo – tem gerado discussões internacionais, haja vista que esse pacto visa reduzir a emissão de gases que provocam o efeito estufa, sendo que os EUA configuram-se como um dos maiores emissores desses gases na atmosfera, contribuindo para o aumento da poluição e para a degradação do meio ambiente.

Diante disso, a saída dessa potência mundial do acordo, justificado pela questão econômica – pois, segundo o presidente Trump, a presença no acordo seria um empecilho para o desenvolvimento econômico norte americano – gera efeitos não só para o meio ambiente, mas também influência outros países a questionarem sua presença no acordo supracitado.

Entre tais efeitos, pode-se citar a elevação dos níveis de aquecimento global – devido ao aumento do efeito estufa – e, tendo em vista que os Estados Unidos configuram-se como uma potência mundial com poder de coerção sobre os demais países, sua saída do Acordo de Paris pode levá-los a sair desse pacto internacional a fim de impulsionar o desenvolvimento econômico dos mesmos, que, em sua minoria, emitem menos gases estufa que o Estado norte americano.

Dessa forma, observa-se que falta aos Estados Unidos a consciência sustentável, a qual prega o desenvolvimento concomitante ao uso consciente dos recursos naturais, o que é imprescindível para a preservação do meio ambiente.

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